segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Tecnologia a serviço da inclusão


Fonte: Tecmundo

 “A comunicação é uma das funções mais básicas do ser humano, mas, infelizmente, muitas pessoas têm dificuldade em realizá-la por conta de problemas de saúde ou necessidades especiais.
Esse é o caso da filha de Carlos Edmar Pereira, CEO da empresa Agora Eu Consigo Tecnologias de Inclusão Ltda. Para ajudar a filha, portadora de deficiência cerebral – e muitos outros que compartilham uma situação similar – a se comunicar com mais facilidade, Carlos desenvolveu o aplicativo Livox (Liberdade em Voz Alta) em conjunto com uma equipe de analistas de sistemas, fonoaudiólogos e terapeutas.”

Tecnologia avançada para ajudar quem precisa

O software está presente em muitas APAEs (Associação de Parentes e Amigos dos Excepcionais) do Brasil e ajuda pessoas com as mais diversas dificuldades a se comunicarem com maior facilidade.
Livox utiliza muitos recursos interessantes: touch inteligente que corrige o toque imperfeito de uma pessoa com deficiência, conteúdo educacional, compartilhamento de conteúdo entre tablets, algoritmos que adequam a experiência às pessoas com deficiência motora, cognitiva ou visual, teclado virtual inteligente e muito mais.

Premiado pela ONU

Destaques como esse não passaram batido pela comunidade, e Livox foi reconhecido pela ONU como o melhor aplicativo de inclusão social do mundo. Além de ter ganhado um prêmio, o software é objeto de estudo científico no Hospital das Clínicas em São Paulo. Nesta semana, o aplicativo será apresentado para investidores privados e públicos na Reunião Anual dos Governadores do BDI (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
A iniciativa já atinge mais de 10 mil usuários em todo o país, ajudando as pessoas com dificuldade a exercerem uma função básica do ser humano com mais facilidade.




Art. 4o Toda pessoa com deficiência tem direito à
igualdade de oportunidades com as demais pessoas e
não sofrerá nenhuma espécie de discriminação
(Capítulo II, LEI 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.)
Garantir pleno acesso ao currículo em condições de igualdade e ainda promover o
exercício da autonomia aos estudantes com deficiência, conforme indica a Lei 13.146,
é tarefa que chegou às escolas como um convite à reinvenção de práticas há muito
tempo arraigadas.


Esse é apenas um exemplo do que temos na tecnologia hoje para ajudar na inclusão digital, mas também temos alguns aplicativos como o Hand Talk para a tradução de palavras digitadas para Libras, o ABC Autismo que auxilia no processo de alfabetização no mundo inteiro de crianças com o transtorno de desenvolvimento e o Aramumo é um jogo que auxilia na educação de crianças com dislexia. 

FATIMA LISBOA SANTOS

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